O entusiasmo pela arte iniciou em idade muito jovem, admirando os frescos e quadros nas paredes da minha avó e em visitas a museus, igrejas e monumentos com meu pai.
Em adulta, as viagens às grandes civilizações antigas foram a primeira escolha e tiveram enorme relevância no pormenor da composição pictórica.
Aristóteles afirmou que “a politica estaria em todos os gestos humanos e artísticos …” e o meu trabalho pode ser uma gota no oceano, mas suficiente para nos fazer refletir e ter uma visão humanista face à realidade social.
Por vezes são provocações ao comodismo, à monotonia dos dias modernos, à alienação aos problemas do mundo ou à vulnerabilidade humana.
É um trabalho do pensamento emocional e específico que produzo em relação ao meu lugar no mundo e uma reflexão sobre a condição humana e ambiental. Na pintura e a partir de uma matriz influenciada pela natureza expressionista, cruzo o carácter da paisagem como identidade cultural, de pertença e respeito pelo planeta, com o representativo do tema escolhido.
A pintura deixa de ser apenas uma técnica para se abrir a infinitas possibilidades de materialização. Usada no plano e na tridimensionalidade, cria uma nova espacialização em novos suportes, dialoga com o lugar e estabelece diferente relação espacial com o espectador.
A linguagem plástica avança para o conteúdo referencial, em cruzamento com signos, manchas e planos. A composição, os enquadramentos e a escolha dos cromatismos em cada detalhe, é decisivo para revelar, em pequenas pistas a narrativa de cada obra.
Inspirada por Bruce Nauman, Joseph Beuys, Anish Kapoor, Artur Bual, Pomar, Resende, revejo-me em Betty Goodwin nas opiniões e desejo por experimentação.
O meu processo estrutura-se em três fases. A primeira centra-se na construção dum plano de narrativa metafórica trazendo expressividade ao discurso visual. A segunda considera o tema da atualidade e debate-o na figuração e cromaticamente. A terceira é dedicada a atribuir características, marcas, simbolismos e signos mais íntimos, numa narrativa poética.
Em adulta, as viagens às grandes civilizações antigas foram a primeira escolha e tiveram enorme relevância no pormenor da composição pictórica.
Aristóteles afirmou que “a politica estaria em todos os gestos humanos e artísticos …” e o meu trabalho pode ser uma gota no oceano, mas suficiente para nos fazer refletir e ter uma visão humanista face à realidade social.
Por vezes são provocações ao comodismo, à monotonia dos dias modernos, à alienação aos problemas do mundo ou à vulnerabilidade humana.
É um trabalho do pensamento emocional e específico que produzo em relação ao meu lugar no mundo e uma reflexão sobre a condição humana e ambiental. Na pintura e a partir de uma matriz influenciada pela natureza expressionista, cruzo o carácter da paisagem como identidade cultural, de pertença e respeito pelo planeta, com o representativo do tema escolhido.
A pintura deixa de ser apenas uma técnica para se abrir a infinitas possibilidades de materialização. Usada no plano e na tridimensionalidade, cria uma nova espacialização em novos suportes, dialoga com o lugar e estabelece diferente relação espacial com o espectador.
A linguagem plástica avança para o conteúdo referencial, em cruzamento com signos, manchas e planos. A composição, os enquadramentos e a escolha dos cromatismos em cada detalhe, é decisivo para revelar, em pequenas pistas a narrativa de cada obra.
Inspirada por Bruce Nauman, Joseph Beuys, Anish Kapoor, Artur Bual, Pomar, Resende, revejo-me em Betty Goodwin nas opiniões e desejo por experimentação.
O meu processo estrutura-se em três fases. A primeira centra-se na construção dum plano de narrativa metafórica trazendo expressividade ao discurso visual. A segunda considera o tema da atualidade e debate-o na figuração e cromaticamente. A terceira é dedicada a atribuir características, marcas, simbolismos e signos mais íntimos, numa narrativa poética.